quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Da Terra ao Mar...

E então embainhou a espada, virou-se, foi embora.
Havia cometido erros outrora, mas nenhuma das consequências seria tão terrivel quanto aquela.
Cavaleiro jamais seria, armadura brilhante não possuia, e seu passado estava manchado de sangue, tanto quanto de todos Cavaleiros que veio a conhecer mesmo não sendo um.
Não voltaria no passado para se retratar ao que fez, sabia que já havia passado, sabia que não fizera o que fizera pela vontade de prejudicar alguem, pelo mal em si, o fez, a principio porque fora recrutado, depois porque via sentido.
Faria novamente se fosse necessário. Essas foram as palavras que dirigiu ao Juiz e o colocaram no hall dos mais procurados do Reino.

Exilado da capital, perseguido por antigos inimigos e abutres, quase morreu para sair do reino. Emboscado num desfiladeiro, caiu. Pensou ser ali seu fim, seus inimigos também.
Mas vá caçar entender-se com os Deuses. Vivo, porém muito ferido, foi encontrado no pé do desfiladeiro, seu corpo quase completamente enterrado. Pescadores de uma pequena vila litorânea o encontraram.

Ele livrou-se de sua antiga identidade. Quando os pescadores o questionaram, mentiu, dizia que não se lembrava, em pouco tempo foi aceito na vila.

Certo dia, ela foi atacada por piratas, os pescadores se defenderam,ele se destacou entre eles.
Assim, a serem derrotados, Arius, Capitão do Vellerena, surpreendido o ofecereu a chance de se tornar um, em troca deixaria sua vila em paz. Muitos homens haviam morrido naquele inverno, e Arius precisava de homens com urgência, e sabia também que o Imperio logo estaria ali.
Assim, algums pescadores passaram a integrar a tripulação, foi assim que o guerreiro foi ao mar, e um homem dele se tornou.

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